Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Proposta de cotas para pessoas trans e travestis é debatida na Câmara dos Deputados
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Proposta de cotas para pessoas trans e travestis é debatida na Câmara dos Deputados

Isabela Moraes
Última atualização: 18 de outubro de 2024 11:40
Isabela Moraes
Tempo: 2 min.

O Projeto de Lei 3109/23, apresentado pela deputada Erika Hilton, busca reservar 5% das vagas em cursos de graduação nas universidades federais e demais instituições de ensino superior para pessoas trans e travestis. Para cursos com menos de 50 vagas, a proposta prevê a reserva de três vagas. O texto define que a autodeclaração será o critério para a identificação, e a fiscalização deve respeitar a dignidade humana, sem exigir laudos médicos. Em caso de fraude na autodeclaração, o candidato poderá ser eliminado do vestibular ou ter sua matrícula anulada.

O projeto visa também garantir a permanência e o respeito às identidades de gênero no ambiente acadêmico, estabelecendo que as instituições de ensino devem coordenar comitês técnicos para apurar denúncias de transfobia e facilitar o uso de banheiros e vestiários conforme a identidade de gênero. A deputada Hilton ressalta que, apesar de algumas universidades já adotarem reservas de vagas para pessoas trans e travestis em pós-graduação, a presença dessas cotas na graduação ainda é limitada. Ela compara a importância dessa proposta com a implementação de cotas raciais, que aumentou significativamente o ingresso de estudantes negros, quilombolas e indígenas nas universidades.

A proposta está em tramitação nas comissões de Direitos Humanos, Educação e Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, onde será analisada em caráter conclusivo. Para se tornar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado Federal. O acompanhamento do programa de cotas ficará a cargo dos ministérios da Educação e dos Direitos Humanos, com o objetivo de promover a inclusão e a permanência das pessoas beneficiadas no ambiente acadêmico.

Notícia Anterior Influenciadora acompanha marido em exames médicos após descoberta de nódulo
Próximo notícia Aumento de tentativas de fraude no comércio eletrônico em 2024
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta