O governo Trump anunciou sua intenção de acabar com programas de equidade racial nas escolas dos Estados Unidos, destacando Chicago como um campo de testes para abordagens progressistas em educação. Na cidade e em seus subúrbios, iniciativas têm sido implementadas para aumentar a contratação de professores negros do sexo masculino, ampliar o ensino de história negra e treinar docentes em conceitos como privilégio branco. A proposta do governo levanta preocupações sobre o impacto na diversidade e inclusão nas escolas, refletindo um intenso debate ideológico sobre o futuro da educação no país.

