Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Guarda Costeira dos EUA divulga relatório sobre implosão do Titan
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Guarda Costeira dos EUA divulga relatório sobre implosão do Titan

Laura Ferreira
Última atualização: 7 de agosto de 2025 01:38
Laura Ferreira
Tempo: 2 min.

A Guarda Costeira dos Estados Unidos divulgou nesta terça-feira (5) o relatório final da investigação sobre a implosão do submarino Titan, que ocorreu em 18 de junho de 2023 durante uma expedição aos destroços do Titanic. O incidente resultou na morte instantânea de cinco pessoas a bordo, incluindo o diretor-executivo da OceanGate, Richard Stockton Rush, e três bilionários. A investigação apontou que o submarino implodiu a cerca de 3.350 metros de profundidade devido à pressão da água.

Em setembro de 2024, o Conselho de Investigação Marítima da Guarda Costeira realizou uma audiência pública sobre o caso, onde foram reveladas fragilidades do submarino e indícios de negligência por parte da OceanGate. Testemunhos de ex-funcionários e especialistas sugeriram que a empresa priorizou o pioneirismo em exploração marítima em detrimento da segurança, levantando questões sobre a responsabilidade dos proprietários.

Durante as audiências, o capitão Jamie Frederick, da Guarda Costeira, expressou surpresa ao ouvir que o capitão do navio de apoio ao Titan sentiu uma trepidação no momento da implosão, o que, segundo ele, poderia ter alterado a resposta de resgate. Além disso, um ex-funcionário da OceanGate revelou que o cofundador da empresa, Stockton Rush, planejava registrar o submarino nas Bahamas para evitar a fiscalização americana, afirmando que, se necessário, compraria um congressista para contornar as questões regulatórias.

As discussões também abordaram a fragilidade do casco de fibra de carbono do Titan, que, segundo especialistas, é suscetível a falhas por fadiga. A Guarda Costeira destacou que o submarino não passou por uma revisão independente, prática comum em projetos desse tipo, enquanto a OceanGate defendeu que o Titan possuía certificações e vínculos com a NASA e fabricantes espaciais.

Notícia Anterior EUA criticam prisão domiciliar de Bolsonaro e anunciam retaliações
Próximo notícia Mega-Sena: Bolão em Pernambuco fatura R$ 36 mil após sorteio
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta