Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: MPF processa Petrobras, Ocyan e Foresea por danos ambientais no mar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

MPF processa Petrobras, Ocyan e Foresea por danos ambientais no mar

Bruno de Oliveira
Última atualização: 26 de agosto de 2025 21:10
Bruno de Oliveira
Tempo: 2 min.

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública nesta terça-feira (26) pedindo a condenação das empresas Petrobras, Ocyan S.A. e Foresea S.A. por danos ambientais nas Bacias de Campos e Santos. A ação requer uma indenização mínima de R$ 308 mil, valor correspondente às multas aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que devem ser direcionadas a projetos de compensação ecológica relacionados ao ambiente costeiro. Os danos foram causados pela descarga irregular de substâncias poluentes no mar, conforme relatórios do MPF.

Os autos de infração, que embasam a ação, foram registrados entre 2017 e 2023 em instalações e embarcações ligadas às petroleiras, afetando áreas próximas aos municípios de Saquarema, Cabo Frio, Armação dos Búzios e Arraial do Cabo. Em 2017, a Petrobras foi autuada por descartar 0,036 m³ de mistura oleosa, enquanto em 2022 houve o registro de 0,07 m³ de óleo lubrificante despejado pela embarcação CBO Manoella. Em 2023, foi identificado o despejo de 3,418 m³ de fluido químico inibidor de corrosão na instalação NS-32 (Norbe VIII).

Embora os laudos técnicos indiquem que os danos são temporários e reversíveis, o MPF ressalta o impacto negativo sobre a biota marinha. A Petrobras negou as acusações e atribuiu a responsabilidade a suas contratadas, enquanto Ocyan e Foresea argumentaram que não houve prejuízos ambientais significativos ou que os descartes estavam autorizados. O desdobramento desse caso pode resultar em sanções severas para as empresas envolvidas e reforçar a necessidade de regulamentações mais rigorosas no setor.

Notícia Anterior Câmara vota PECs que blindam parlamentares e extinguem foro privilegiado
Próximo notícia Dados de Segurança Social de Milhões de Americanos em Risco, Denunciante Revela
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta