Em um artigo publicado na Folha de S.Paulo, o autor aborda a necessidade de flexibilidade na aplicação da lei, comparando-a a uma régua rígida que não se ajusta perfeitamente a uma superfície curva. Ele argumenta que, ao considerar as singularidades pessoais dos indivíduos, a lei não perde sua força, mas cumpre sua intenção mais profunda. Essa análise, datada de 31 de agosto de 2025, sugere que um juiz gentil e compreensivo pode ser essencial para garantir uma justiça mais equitativa e humana.

