O aterro sanitário de Goiânia, visitado nesta terça-feira (2) pelo prefeito Sandro Mabel e outras autoridades, continua a operar sem licença ambiental desde 2011. Durante a visita, o promotor de Justiça Juliano de Barros Araújo enfatizou a gravidade da situação, ressaltando que o local, que já foi um lixão, não possui regularização e apresenta riscos ambientais significativos. O MP-GO criticou a inação do município em resolver as irregularidades, que podem resultar em poluição e incômodos à população local.
O promotor destacou que tentativas de resolução extrajudicial falharam e que o município não apresentou projetos de adequação, apesar de acordos firmados. A falta de licenciamento e estudos adequados coloca em risco tanto a operação do aterro quanto a saúde da comunidade vizinha. O superintendente da Semad, Ialdo Oraque, também reforçou a necessidade de seguir os trâmites legais para garantir a segurança ambiental do local.
As implicações dessa situação são sérias, pois a continuidade das operações irregulares pode levar a consequências legais para o município e agravar os problemas ambientais na região. O MP-GO busca que o município cumpra suas obrigações legais, ressaltando que a mesma regra aplicada a empresas deve ser válida para o poder público. A visita técnica serviu para esclarecer os fatos e pressionar por ações corretivas necessárias.

