Em 3 de setembro de 2025, a China realizou o maior desfile militar de sua história na Praça da Paz Celestial, em Pequim, com a presença dos líderes da Rússia e da Coreia do Norte, Vladimir Putin e Kim Jong-un. O evento marcou os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial e teve como destaque a exibição de novos armamentos, incluindo mísseis intercontinentais, reforçando a intenção da China de se posicionar como uma potência militar ao nível dos Estados Unidos.
O desfile foi uma demonstração clara de força, com Xi Jinping enfatizando a necessidade de uma nova ordem mundial e criticando a hegemonia americana. A resposta internacional foi rápida; Donald Trump acusou os líderes presentes de conspirar contra os EUA, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, classificou o evento como um desafio direto à ordem internacional.
As implicações desse desfile são significativas, pois a exibição do poderio militar chinês pode complicar as dinâmicas geopolíticas no Leste Asiático e desafiar a influência dos EUA na região. Especialistas alertam que a combinação das novas armas e a postura assertiva da China podem alterar o equilíbrio de poder global, levando a um aumento das tensões entre potências mundiais.

