Drones ucranianos atingiram, na noite de sábado, 13 de setembro de 2025, a refinaria de petróleo de Kirishi, localizada na região de Leningrado, noroeste da Rússia. O ataque provocou um incêndio significativo, conforme relatado por autoridades russas e militares ucranianos. A instalação, operada pela petrolífera Surgutneftegas, tem uma capacidade de produção anual de cerca de 17,7 milhões de toneladas métricas de petróleo bruto.
Este ataque se insere em uma série de ofensivas ucranianas contra a infraestrutura petrolífera russa, que Kiev afirma ser crucial para o esforço bélico de Moscou. Nos últimos meses, os drones se tornaram uma ferramenta essencial para ambos os lados do conflito, refletindo a evolução das táticas militares na guerra em curso. Além disso, a situação é exacerbada por exercícios militares russos nas proximidades da Polônia, aumentando as tensões regionais.
As implicações desse ataque são significativas, pois não apenas afetam a capacidade produtiva da Rússia, mas também levantam questões sobre a escalada do conflito e a possibilidade de que as hostilidades se espalhem para além das fronteiras ucranianas. A utilização crescente de drones como arma estratégica pode alterar o equilíbrio das forças em jogo e intensificar as preocupações internacionais sobre a segurança na região.

