Os fundos administrados pela Trustee DTVM e pela Banvox DTVM, que fazem parte do mesmo conglomerado, foram citados na Operação Carbono Oculto. Esses fundos não representam nem 1% do total administrado pelas duas instituições, que somam mais de 110 bilhões de reais em 450 fundos de investimento. Embora o patrimônio dos fundos investigados corresponda a apenas 0,5% do total em carteira, a Trustee já havia instaurado procedimentos de compliance devido a análises cadastrais e mídias negativas associadas a determinados cotistas. Essa situação destaca a necessidade de maior transparência e governança nas instituições financeiras brasileiras, especialmente em um contexto de crescente fiscalização por parte das autoridades.

