No dia 9 de setembro de 2025, o ministro Luiz Fux abriu a sessão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, destacando uma ‘divergência anunciada’ em relação ao colega Alexandre de Moraes. Historicamente rigoroso em ações penais, Fux surpreendeu ao adotar uma postura mais branda em relação aos réus envolvidos nos eventos de 8 de janeiro, que incluem Bolsonaro e outros. Essa mudança de abordagem pode ter implicações significativas para o andamento do processo e para as decisões futuras do Supremo Tribunal Federal sobre casos semelhantes, refletindo uma possível nova dinâmica nas deliberações da corte.

