A busca por diversificação internacional tem crescido entre os investidores brasileiros, que historicamente concentram suas aplicações nos Estados Unidos, a maior economia do mundo. Especialistas como Júlio Ortiz, CEO da CX3, e Leonardo Andreoli, analista da Hike Capital, ressaltam que, apesar da força do mercado americano, é importante considerar alternativas em jurisdições estáveis como Suíça e Inglaterra, além de mercados emergentes como Emirados Árabes e Singapura.
Ortiz observa que a diversificação pode ser interessante para investidores pessoas físicas, especialmente aqueles com parte da carteira dolarizada. Ele destaca que a Europa oferece oportunidades em setores tradicionais e que a Ásia se destaca pelo dinamismo econômico. Já a América Latina apresenta potencial em commodities e agronegócio, embora com maior volatilidade.
A diversificação fora dos EUA é vista como uma estratégia complementar que pode ajudar a diluir riscos e capturar setores em crescimento não disponíveis na bolsa americana. Os especialistas concordam que ninguém deve substituir os investimentos nos Estados Unidos por outros mercados, mas sim acrescentar novas opções à sua carteira.


