Richard Anthony D’Souza, novo diretor da Specola Vaticana, afirmou que estaria aberto a batizar alienígenas, se a evidência de sua existência fosse confirmada. Em entrevista ao The Telegraph, ele refletiu sobre o livro de seu antecessor, que questiona como a Igreja Católica abordaria essa possibilidade. D’Souza sugeriu que a teologia precisaria se reinventar para incluir esses seres como parte da criação divina.
O astrônomo, que assumiu o cargo em setembro de 2025, ressaltou que a questão do batismo alienígena envolve desafios práticos, como a distância física entre humanos e possíveis extraterrestres. Ele enfatizou que o batismo deve ser um ato presencial, levantando questões sobre como essas interações poderiam ocorrer. A discussão traz à tona a relevância da ciência e da religião em um contexto intergaláctico, ampliando o diálogo sobre a existência e a natureza da vida no universo.
Essa declaração de D’Souza pode ter profundas implicações para a Igreja Católica e suas doutrinas, além de estimular debates sobre a relação entre fé e ciência. À medida que a exploração espacial avança, a possibilidade de vida extraterrestre se torna uma questão cada vez mais pertinente. Assim, a posição do Vaticano sobre a inclusão de alienígenas em sua teologia poderá influenciar a percepção pública da religião em um mundo em constante mudança.

