Guilherme Boulos foi nomeado ministro da Secretaria-Geral da Presidência em 26 de outubro de 2025, o que provocou uma reestruturação no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Para assumir a nova função, Boulos se licenciou de seu cargo como deputado federal, levando à convocação do primeiro suplente do PSol, o cientista Ricardo Galvão, que ocupava a presidência do CNPq.
Com a saída de Galvão, o CNPq ficará sem um presidente formal enquanto Olival Freire Jr., atual diretor científico do órgão, assume interinamente a presidência. A ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, terá a responsabilidade de decidir quem será o novo presidente de forma definitiva. Essa mudança no comando do CNPq pode impactar a direção das políticas científicas e tecnológicas no Brasil.
As implicações da saída de um líder estabelecido como Galvão e a entrada de um novo nome no CNPq são significativas. A nomeação de um novo presidente pode influenciar a continuidade de projetos em andamento e a alocação de recursos para pesquisa e desenvolvimento. O movimento é observado com atenção, já que a ciência e a tecnologia são áreas cruciais para o desenvolvimento do país.

