Na cerimônia de posse como ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos deixou claro seu compromisso político, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de representantes de movimentos sociais. Em seu discurso, Boulos criticou o mercado financeiro, destacando que o crime organizado não se restringe às favelas, referindo-se à lavagem de dinheiro em áreas nobres, como a Faria Lima.
O novo ministro se comprometeu a manter um diálogo amplo, mas fez questão de ressaltar que não aceitará ataques à democracia. Durante sua fala, ele enfatizou que a palavra ‘sem anistia’ ressoou entre os presentes, demonstrando o apoio dos movimentos sociais. Boulos ainda se posicionou como um defensor ativo do governo, prometendo confrontar adversários sempre que necessário.
Com apenas 20 minutos de discurso, Boulos delineou seu papel estratégico nos próximos doze meses até as eleições de 2026. Ele criticou a proposta de trabalho 6×1 como ‘vergonhosa’ e anunciou suas intenções de expor a hipocrisia de adversários que se opõem a medidas governamentais, como a taxação de bilionários. O discurso sugere que Boulos será uma figura central nas articulações políticas do governo brasileiro.


