As ações da Cemig (CMIG4) recuaram após alcançarem um máximo histórico de R$ 11,32, evidenciando uma correção leve. A companhia, que apresentou um aumento de 10% em seu valor nos últimos 12 meses, também enfrenta desafios, como a queda de quase 30% no lucro líquido no último trimestre, o que gera apreensão entre os investidores.
Apesar da sólida performance operacional e da elevação do rating para AAA, que atesta sua robustez financeira, a Cemig está sob vigilância devido a incertezas políticas e regulatórias. Esse cenário é caracterizado por uma redução de 6,4% na distribuição de energia ao mercado cativo, o que sinaliza um equilíbrio delicado entre resultados positivos e riscos potencialmente prejudiciais à continuidade da alta nas ações.
Com a ação atualmente cotada a R$ 10,82, a superação das resistências em R$ 10,89 e R$ 11,07 é crucial para confirmar a retomada da tendência de alta. Os próximos dias serão determinantes para os investidores, que devem monitorar a movimentação dos preços em relação às médias móveis e suportes estabelecidos, especialmente se o papel perder as zonas de suporte em R$ 10,70 e R$ 10,45, o que pode acionar uma pressão vendedora significativa.


