Nos últimos 25 anos, Cuba tem sido atingida por 10 furacões de grande intensidade, destacando sua vulnerabilidade às intempéries. De acordo com um historiador do clima, a posição geográfica da ilha a coloca ‘no centro das coisas’, evidenciando o risco constante de desastres naturais. Esses eventos não apenas afetam a segurança da população, mas também impactam a economia local e a infraestrutura do país.
A frequência e a força dos furacões trazem à tona a necessidade urgente de estratégias de mitigação e resposta a desastres. Além disso, a capacidade de recuperação de Cuba após tais fenômenos é um fator crucial a ser considerado por autoridades e organizações internacionais. A resiliência da ilha diante desses desafios climáticos é testada a cada nova temporada de furacões, tornando a situação ainda mais alarmante.
O futuro de Cuba em relação a esses desastres naturais depende de investimentos em infraestrutura e educação da população sobre prevenção. A crescente intensidade dos furacões, atribuída às mudanças climáticas, levanta questões sobre a sustentabilidade a longo prazo. Assim, as lições aprendidas com cada evento podem ser fundamentais para a construção de um sistema de resposta mais eficaz e adaptável.

