No dia 17 de setembro, em Washington, D.C., uma coalizão de mais de 40 grupos, junto ao secretário de Educação dos Estados Unidos, iniciou um plano para aprimorar o ensino de história e civismo nas escolas americanas. A ação ocorre às vésperas do semiquincentenário da independência dos EUA, em 2026, com o objetivo de substituir narrativas distorcidas por um currículo que reforce o orgulho nacional e o entendimento da democracia.
Pesquisas recentes mostram que 82% dos americanos apoiam a exigência de que os estudantes do ensino médio passem por um teste cívico semelhante ao exame de naturalização para obter o diploma. Embora a maioria saiba responder perguntas básicas sobre a história e o governo dos EUA, há lacunas significativas no conhecimento cívico, como a estrutura dos poderes e as funções presidenciais, o que preocupa educadores e formuladores de políticas.
A proposta visa combater a crescente polarização e a desinformação que ameaçam a estabilidade social, promovendo uma educação que fortaleça o debate civilizado e o respeito à Constituição. Com a aproximação do aniversário de 250 anos da independência americana, o reforço do ensino cívico é visto como essencial para garantir a continuidade dos valores democráticos e da unidade nacional.


