Na quarta-feira, 22 de outubro, o Departamento de Guerra dos Estados Unidos anunciou a realização de um segundo ataque em menos de 48 horas contra uma embarcação no Oceano Pacífico, resultando na morte de três indivíduos. O ataque foi confirmado pelo secretário de Guerra, Pete Hegseth, que destacou que os alvos eram narcotraficantes ligados a uma organização terrorista. O ataque ocorreu em águas internacionais e seguiu uma investida anterior que deixou duas pessoas mortas na terça-feira, 21 de outubro.
O vídeo do ataque, divulgado na rede social X, mostra a embarcação sendo atingida por um explosivo, com a confirmação de inteligência militar de que os ocupantes estavam envolvidos em atividades de narco-trafficking. Hegseth enfatizou que os EUA consideram narcotraficantes como terroristas, e que essas operações militares têm como objetivo desmantelar redes de tráfico que ameaçam a segurança nacional. Ele prometeu que ataques desse tipo continuarão, reforçando a postura agressiva do governo americano na região.
Este aumento nas hostilidades entre os Estados Unidos e os narcotraficantes na área do Pacífico também intensifica as tensões com a Venezuela, que já se manifestou contra as ações dos EUA. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, alegou possuir armamentos para se defender de possíveis agressões. O contexto geopolítico está se tornando cada vez mais complexo, com o crescimento das operações norte-americanas e a escalada de retórica entre as nações envolvidas.

