Na quarta-feira, 22 de outubro de 2025, os Estados Unidos realizaram um bombardeio em um barco no Oceano Pacífico, resultando na morte de três pessoas. O ataque foi autorizado pelo presidente Donald Trump e ocorreu em águas internacionais, onde se alegou que a embarcação estava envolvida no transporte de drogas. Este foi o segundo ataque em menos de 48 horas, gerando preocupações sobre as operações militares dos EUA na região.
O primeiro ataque, ocorrido na terça-feira, 21 de outubro, também foi direcionado a um barco próximo à Colômbia, resultando em duas mortes adicionais. O secretário de Guerra, Pete Hegseth, justificou os ataques, afirmando que a embarcação estava envolvida em contrabando de narcóticos. A resposta de Trump incluiu a ameaça de ações militares em terra, caso os traficantes mudassem suas operações para esse âmbito.
Especialistas da ONU criticaram os bombardeios, alegando que eles violam o direito internacional e podem ser considerados execuções extrajudiciais. Segundo esses especialistas, a soberania da Colômbia foi desrespeitada, e a escalada militar dos EUA no Caribe pode trazer consequências graves para a segurança da região. As tensões aumentam, destacando a complexidade da luta contra o narcotráfico e a relação dos EUA com países da América Latina.

