Virgílio Oliveira Filho, ex-procurador do INSS, não respondeu às perguntas do relator na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) em 23 de outubro de 2025. Ele afirmou que não está indiciado em nenhuma investigação relacionada, gerando questionamentos sobre a sua postura durante os procedimentos. A ausência de respostas levantou preocupações sobre a transparência das investigações em andamento.
A CPMI, que visa esclarecer os detalhes de um esquema que envolve o INSS, tem a função de promover a accountability dos envolvidos. A recusa do ex-procurador em responder pode ser interpretada como uma tentativa de evitar implicações que possam surgir das perguntas feitas. Este episódio pode prejudicar a confiança pública nas instituições responsáveis pela supervisão e controle da administração pública.
As implicações deste caso podem ser significativas, refletindo na percepção da população sobre a integridade do sistema. A continuidade das investigações dependerá da cooperação dos envolvidos e da capacidade da CPMI em obter informações relevantes. O desfecho deste caso poderá influenciar futuras políticas de transparência e combate à corrupção no país.


