O Hamas negou sua responsabilidade por um ataque contra forças israelenses na cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, ocorrido nesta terça-feira (28). O grupo militante palestino classificou a resposta israelense como um ‘bombardeio criminoso’, mas reafirmou seu compromisso com o cessar-fogo mediado pelos EUA, que ainda está em vigor.
A troca de tiros entre o Hamas e as tropas israelenses ocorreu em Rafah, onde uma autoridade militar israelense afirmou que combatentes do grupo palestino atacaram soldados a leste da Linha Amarela, a divisão entre Gaza e o restante do território. A ofensiva israelense subsequente resultou na morte de pelo menos 20 pessoas, incluindo civis, em diferentes áreas da Faixa de Gaza, como no bairro de Al-Sabra e em Khan Younis.
O ministro da Defesa de Israel declarou que o Hamas pagará um ‘alto preço’ pelos ataques e prometeu uma resposta vigorosa. A escalada da violência levanta sérias preocupações sobre a continuidade do cessar-fogo e o impacto humanitário em uma região já afetada por conflitos prolongados, com a situação se agravando a cada nova ofensiva.


