O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) afirmou que a permissão para a Petrobras perfurar um poço exploratório no bloco FZA-M-059, na bacia da Foz do Amazonas, é um marco significativo para o Brasil. A exploração na Margem Equatorial, além de gerar novos empregos e renda, promete melhorar a qualidade de vida da população local, conforme destacado pelo IBP.
O instituto projeta um aumento considerável na arrecadação de royalties e tributos, estimada atualmente em R$ 300 bilhões por ano. Esses recursos podem ser investidos em políticas públicas essenciais, refletindo a importância estratégica da indústria de óleo e gás, que representa 17% do PIB industrial do país e pode alcançar investimentos de US$ 165 bilhões até 2034.
Roberto Ardenghy, presidente do IBP, enfatizou a relevância dessa decisão para a segurança energética do Brasil e para o desenvolvimento socioeconômico da Região Norte. A exploração da Margem Equatorial, com um potencial estimado em 30 bilhões de barris de óleo equivalente, é vista como uma solução necessária diante do declínio da produção nas bacias tradicionais nos próximos anos.

