Na cerimônia de posse, Donald Trump declarou que o declínio americano estava terminado e que os Estados Unidos haviam sido explorados economicamente. Essa visão, no entanto, é contestada por análises que mostram um crescimento robusto da economia americana nos últimos 20 anos, com um aumento de 50,8% do PIB, em contraste com o crescimento de 20,7% dos países do G7.
O artigo da revista Foreign Affairs, escrito por Fareed Zakaria, argumenta que o crescimento da economia dos EUA refuta a ideia de exploração. Além disso, Adam Posen, em outra publicação, discute como as ações de Trump podem estar minando a posição dos Estados Unidos como um fornecedor confiável na economia global, essencial para a estabilidade internacional.
As políticas protecionistas e a intimidação em negociações comerciais podem resultar em incertezas que prejudicarão tanto a economia americana quanto a de seus aliados. Assim, em vez de revitalizar a grandeza americana, as abordagens de Trump podem levar a um isolamento econômico, afetando negativamente o contexto global em que os Estados Unidos sempre atuaram como líderes.


