A Amazon e a Microsoft estão se unindo em apoio à Lei GAIN, que prioriza solicitações internas de processadores de inteligência artificial em detrimento das exportações. A legislação, que faz parte da Lei de Autorização de Defesa Nacional, busca garantir que fabricantes como a Nvidia atendam primeiro a demanda doméstica antes de exportar seus produtos para mercados internacionais, como a China.
O apoio da Microsoft à proposta é público, enquanto a Amazon manifestou seu posicionamento de forma privada. A aprovação da lei obrigaria empresas de tecnologia a reter parte de sua produção para atender a clientes e entidades dos Estados Unidos, mesmo que haja alta demanda de clientes estrangeiros.
Se a Lei GAIN for aprovada, as implicações poderão ser significativas para o mercado global de tecnologia, restringindo a competição no setor de chips de IA. A Nvidia, por sua vez, argumenta que a justificativa da escassez de chips é infundada e que a medida pode prejudicar sua atuação internacional, além de limitar o poder computacional disponível em outros países.


