Anderson Torres, ex-ministro, apresentou um pedido ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira, 24, para que, se a pena for executada, ele não seja enviado ao sistema prisional comum. A defesa sugere que o cumprimento ocorra na Superintendência da Polícia Federal ou em outra unidade que ofereça segurança, citando ameaças recentes e seu histórico como delegado da PF.
Os advogados de Torres enfatizam que ele está sob acompanhamento psiquiátrico e utiliza antidepressivos, o que, segundo eles, não seria compatível com as condições do sistema prisional. Eles argumentam que um ambiente adequado é essencial para o tratamento de sua saúde mental, que inclui o uso contínuo de medicamentos.
Além disso, a defesa informou que apresentará embargos infringentes até o dia 3 de dezembro, após o prazo para recursos. A condenação de Torres na trama golpista marca um momento crítico no processo, e a solicitação reflete suas preocupações sobre segurança pessoal e bem-estar médico.

