No dia 22 de novembro de 2025, a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro por violar a tornozeleira eletrônica gerou uma mobilização limitada de seus apoiadores em frente à Superintendência da Polícia Federal, localizada no Distrito Federal. Apesar de alguns manifestantes estarem presentes ao longo do dia, a dispersão e a falta de estratégia evidenciaram as dificuldades da base bolsonarista em se organizar frente a essa situação crítica.
O senador Flávio Bolsonaro pediu aos apoiadores que se deslocassem para o condomínio do ex-presidente, a cerca de 20 quilômetros do local. Essa orientação reflete a preocupação com a baixa adesão e a necessidade de concentração em um local onde a presença poderia ser mais significativa. Além disso, a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, restringiu o acesso à Superintendência apenas a advogados e pessoas autorizadas, limitando a circulação de aliados políticos.
Com a vigília programada para a noite, com o intuito de ‘orar pela saúde de Bolsonaro e pelo retorno da democracia’, a situação ressalta a crescente tensão política no país. A reação dos opositores, que se comprometeram a acompanhar de perto os desdobramentos, indica um cenário polarizado e o potencial para novas mobilizações. A capacidade da base bolsonarista de se reerguer após essa prisão será crucial para os próximos eventos políticos no Brasil.

