A China fez um apelo aos Estados Unidos para que reativem sua participação na revisão universal de direitos humanos, conforme declarado pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, no dia 11 de novembro de 2025. O pedido surge após a recusa dos EUA em se envolver no processo que ocorre no Conselho de Direitos Humanos da ONU, o que impede o avanço da revisão como estava programado.
Lin Jian enfatizou a importância da revisão universal como um mecanismo da ONU que visa fortalecer o intercâmbio e a cooperação em questões de direitos humanos. Ele criticou a atitude dos Estados Unidos, acusando-os de não se importarem com os direitos humanos e de adotarem uma postura seletiva em relação aos mecanismos da ONU. A recusa dos EUA em participar foi lamentada por outros países, que expressaram seu desapontamento em uma decisão adotada por consenso no conselho.
As declarações de Lin podem ter implicações significativas para as relações entre China e EUA, especialmente em um contexto onde a cooperatividade em direitos humanos é frequentemente debatida. A insistência da China em que os EUA participem da revisão pode gerar novas tensões diplomáticas, além de expor as críticas à abordagem americana em questões globais. O desdobramento dessa situação poderá influenciar futuras interações entre os dois países no cenário internacional.

