A COP30, conferência climática da ONU, teve início nesta segunda-feira (10) na cidade de Belém, no estado do Pará, reunindo quase 50.000 participantes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que resiste a objeções, busca promover a importância da Amazônia e discutir ações contra o aquecimento global, apesar de desafios logísticos enfrentados pela cidade.
O evento ocorre em um momento crítico, com projeções alarmantes sobre mudanças climáticas e a necessidade urgente de financiamento para países afetados por desastres naturais. Lula propôs um ‘mapa do caminho’ para a transição das energias fósseis, enfrentando resistências, especialmente após a eleição de líderes que apoiam a indústria petrolífera. A pressão para limitar o aquecimento global a 1,5°C é um tema central nas negociações, especialmente para países mais vulneráveis.
As implicações da COP30 vão além das negociações climáticas. Com a ausência dos Estados Unidos, sob a liderança de um presidente que nega o aquecimento global, a dinâmica das discussões pode ser alterada. Líderes mundiais, como o presidente francês Emmanuel Macron, enfatizam a importância de defender a ciência em um cenário de crescente negacionismo climático, o que torna a conferência ainda mais relevante e desafiadora.


