José Almeida Santana, de 52 anos, conhecido como “Pedro Bó”, faleceu em um confronto com equipes da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar em Anápolis, Goiás, no dia 22 de novembro de 2025. Ele era condenado pelo histórico furto ao Banco Central, ocorrido em 2005, e identificado como membro de alta hierarquia do Primeiro Comando da Capital (PCC). Durante a abordagem, José reagiu e disparou contra os policiais, que revidaram, resultando em sua morte.
A operação se iniciou quando os policiais localizaram o suspeito em um mercado, onde notaram um volume suspeito em sua cintura. Após a troca de tiros, ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado a um hospital, mas não sobreviveu aos ferimentos. A condenação de José foi confirmada por documentos da Justiça Federal do Ceará, que o sentenciou a 11 anos de prisão por furto e formação de quadrilha, referindo-se ao crime como o maior furto da história do Brasil, com a retirada de R$ 164 milhões do cofre do Bacen.
A morte de José Almeida Santana levanta questões sobre a atuação policial e os desafios enfrentados no combate ao crime organizado. A sua ligação com o PCC e a dimensão de seus crimes reafirmam a necessidade de uma abordagem rigorosa no enfrentamento a facções criminosas. Este incidente poderá influenciar as estratégias de segurança pública em Goiás e em outras regiões afetadas pela violência do tráfico e das organizações criminosas.


