A Cúpula do Clima, que teve início em Belém no dia 6 de novembro, chamou a atenção não apenas pela presença de líderes internacionais, mas também pelos altos preços dos alimentos e bebidas. Participantes relataram que itens básicos, como café e refrigerantes, estão sendo vendidos a valores exorbitantes, incluindo espetinhos a R$ 79 e coxinhas a R$ 35, o que pode comprometer a experiência do evento.
Além dos preços elevados, a cobertura da mídia local destacou problemas de infraestrutura que poderiam afetar a organização da Cúpula. Funcionários do evento indicaram que não há previsão de redução nos preços até a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, agendada para 10 de novembro. Essa situação levanta preocupações sobre a acessibilidade do evento para todos os participantes, especialmente aqueles que dependem de refeições durante o dia.
As críticas em relação aos preços e à infraestrutura podem impactar a percepção pública da Cúpula do Clima e, potencialmente, a participação de grupos que buscam um espaço para debater questões ambientais. Com a atenção global voltada para Belém, as autoridades terão que lidar com as repercussões e buscar soluções que compensem a insatisfação dos frequentadores.

