Em um e-mail de 2018, o empresário americano Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, afirmou ter conversado por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enquanto este estava detido em Curitiba. Segundo Epstein, a ligação foi facilitada pelo linguista e ativista Noam Chomsky. Essa troca de mensagens foi divulgada recentemente pelo Comitê de Supervisão da Câmara dos Estados Unidos, junto com mais de 20 mil páginas de documentos relacionados ao empresário.
Além da menção a Lula, Epstein também elogiou o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando-o de ‘o cara’ em sua correspondência. O e-mail, que revela a conexão entre essas figuras políticas, levanta questões sobre a influência de Epstein em assuntos internacionais e a relação entre o Brasil e os Estados Unidos nesse período. Vale ressaltar que o destinatário da mensagem permanece anônimo, o que aumenta o mistério em torno da comunicação.
A divulgação desses e-mails pode ter implicações significativas para a política brasileira e internacional, especialmente em um momento em que Lula e Bolsonaro ocupam papéis centrais na cena política. A revelação também pode renovar discussões sobre a natureza das relações entre líderes políticos e figuras controversas como Epstein. Fica a expectativa sobre possíveis reações dos envolvidos e o impacto que isso poderá ter nas percepções públicas sobre suas administrações.

