Cerca de 6.000 cadeiras e mesas, agora cobertas de ferrugem, estão abandonadas no pátio da Escola Estadual José Correia da Silva Titara, situada no CEPA, no bairro do Farol em Maceió. O colégio, que deveria ser um espaço de aprendizado, foi fechado em janeiro de 2020, devido aos sérios problemas de mineração que afligem a cidade, vinculados à atuação da Braskem. A imagem do espaço escolar deteriorado reflete a crise educacional e social enfrentada pela comunidade local.
A Braskem, empresa responsável pelos impactos ambientais na área, gerou grandes preocupações entre os moradores e autoridades locais. O fechamento da escola foi uma medida drástica, e o descaso com os móveis escolares abandonados só intensifica a sensação de abandono. A vegetação que toma conta do pátio é um símbolo da falta de manutenção e da necessidade de intervenções para restaurar a escola e garantir um ambiente seguro para os alunos.
As consequências dessa situação vão além da infraestrutura física; elas afetam o direito à educação de centenas de crianças e jovens da região. Há um clamor crescente por soluções que não apenas limpem a área, mas também promovam um retorno seguro às aulas. A comunidade espera que as autoridades tomem medidas efetivas para resolver os problemas causados pela mineração e revitalizar a educação em Maceió.

