Os Estados Unidos realizaram bombardeios em duas embarcações no Oceano Pacífico na segunda-feira, 10 de novembro, resultando na morte de seis pessoas. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, anunciou a ação, afirmando que as embarcações estavam envolvidas no tráfico de drogas, conforme evidências de inteligência. Desde setembro, os ataques já destruíram 17 barcos na região, destacando uma intensificação na campanha militar dos EUA contra o narcotráfico.
Hegseth explicou que os bombardeios são parte de uma estratégia do governo para combater o que considera uma ameaça à segurança nacional. Ele declarou que as embarcações atingidas estavam associadas a uma rota conhecida de contrabando de narcóticos. Contudo, a legalidade dessas ações em águas internacionais é questionada, especialmente por críticos que alegam violações do direito internacional.
As operações militares dos EUA contra o narcotráfico levantam preocupações sobre as implicações políticas, especialmente em relação à Venezuela, onde Washington busca desmantelar supostas redes criminosas. O governo Biden não reconhece Nicolás Maduro como presidente e questiona a legitimidade de suas ações. Essa dinâmica poderá afetar as relações diplomáticas e a estabilidade regional, à medida que os EUA intensificam suas operações na área.


