O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar de São Paulo é responsável por atender ocorrências envolvendo artefatos explosivos. O treinamento para especialistas, conhecido como explosivistas, leva cerca de dois anos, conforme explica o coronel Valmor Racorti. Este processo visa desenvolver habilidades técnicas e emocionais essenciais para a abordagem de situações delicadas.
As operações do Gate frequentemente utilizam robôs e ferramentas especializadas para garantir intervenções seguras. Em um caso recente, os policiais confirmaram que a vítima não estava conectada a explosivos reais, demonstrando a complexidade e a singularidade de cada ocorrência. Racorti enfatiza a importância de manter a calma durante a abordagem, tanto para a segurança do agente quanto da vítima.
Além do treinamento rigoroso, o Gate conta com apoio psicológico em suas operações, assegurando a segurança das equipes e das vítimas. O coronel ressalta que, mesmo em situações de urgência, a segurança nunca deve ser comprometida. A abordagem flexível e adaptativa é fundamental para lidar com a variabilidade das situações que o Gate enfrenta.


