Em 27 de novembro de 2025, os militares de Guiné-Bissau anunciaram a nomeação de um general como presidente interino, um dia após um golpe que resultou na detenção do presidente em fim de mandato, Umaro Sissoco Embaló. O novo líder, Horta N’Tam, assumiu o cargo em uma cerimônia no quartel do Exército, marcada por um forte esquema de segurança.
O golpe militar levou à suspensão do processo eleitoral em andamento e à prisão de outros altos funcionários públicos. O novo alto comando declarou ter assumido o controle total do país, intensificando a instabilidade política que já afeta a nação. A situação gera preocupações sobre a continuidade da democracia em Guiné-Bissau.
A União Africana reagiu ao evento, condenando o golpe e exigindo a libertação imediata de Embaló e dos demais detidos. O apelo da organização destaca a necessidade de contenção para evitar a escalada da crise política e social no país, que já enfrenta desafios significativos em sua governança e estabilidade.


