Investidores do Banco Master, que teve sua liquidação decretada pelo Banco Central em 18 de novembro, agora enfrentam uma onda de fraudes enquanto aguardam o ressarcimento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Anúncios em redes sociais prometem “liquidez imediata” ou “antecipação” do pagamento, explorando a angústia de quem tinha Certificados de Depósito Bancário (CDB) e não consegue acessar seus recursos. O FGC, por sua vez, reforça que não há intermediação e que não cobra taxas para facilitar pagamentos.
As fraudes se manifestam principalmente em duas formas: roubo de dados e empréstimos predatórios. Golpes de phishing visam capturar informações pessoais por meio de páginas falsas e links maliciosos, enquanto ofertas de crédito com juros abusivos se disfarçam de antecipações legítimas. Especialistas em segurança digital alertam que qualquer comunicação relacionada ao FGC deve ser feita exclusivamente pelo aplicativo oficial, e não por terceiros.
Diante da incerteza sobre o ressarcimento, os investidores precisam estar vigilantes e seguir as orientações do FGC para evitar fraudes. Isso inclui usar somente canais oficiais para comunicação e desconfiar de promessas que pareçam boas demais para serem verdade. O cenário atual demanda cautela, já que a pressão sobre os investidores pode levá-los a decisões precipitadas que resultam em perdas financeiras significativas.


