O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o estudo sobre a gratuidade no transporte público, solicitado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, só prosseguirá se houver garantia de neutralidade fiscal. Em declaração feita no dia 13 de novembro de 2025, Haddad destacou que o atual cenário econômico é distinto daquele que enfrentou quando era prefeito de São Paulo.
O ministro frisou que não terá pressa na análise do estudo, evidenciando a necessidade de prudência em um momento em que a gestão fiscal é crítica. Essa abordagem cautelosa reflete a complexidade do cenário econômico atual e as demandas por políticas públicas sustentáveis. A declaração de Haddad foi feita ao Broadcast/Estadão, um veículo parceiro da CNN Money, evidenciando a relevância do tema na pauta econômica do país.
As implicações dessa posição são significativas, uma vez que a gratuidade no transporte público pode impactar diretamente a mobilidade urbana e o orçamento público. A análise cuidadosa por parte do governo é essencial para que qualquer nova política não comprometa a saúde fiscal do estado. Assim, Haddad se posiciona como um defensor de uma abordagem equilibrada em relação ao transporte público, priorizando a responsabilidade fiscal.

