Na madrugada de 25 de novembro, a Ucrânia e a Rússia trocaram ataques aéreos em grande escala, resultando em pelo menos nove mortes. Os ataques ocorreram enquanto negociadores tentam acelerar a revisão de um plano proposto pelos Estados Unidos para encerrar o conflito, que enfrenta a resistência de Moscou e críticas de potências europeias. O presidente americano, Donald Trump, deu um prazo até 27 de novembro para a Ucrânia responder à proposta, considerado desfavorável por muitos aliados europeus.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter interceptado um número recorde de drones ucranianos durante os conflitos, enquanto os ataques em Kiev deixaram pelo menos seis mortos. As autoridades locais na região de Rostov relataram mortes e ferimentos devido a um ataque ucraniano, evidenciando a escalada da violência. Com os ataques russos visando a infraestrutura energética da Ucrânia, a situação humanitária se agrava, gerando cortes de eletricidade e água em várias localidades.
A busca por uma solução pacífica se intensifica, com países aliados da Ucrânia convocando reuniões para discutir a proposta americana. O presidente francês, Emmanuel Macron, enfatizou a necessidade de um acordo que não seja uma capitulação, enquanto o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, pede um compromisso mais robusto para alcançar uma paz duradoura. O cenário continua tenso, com a urgência de negociar um cessar-fogo que evite mais derramamento de sangue.

