Iude Rìchele, fotógrafo renomado, discute como a fotografia se tornou um ativo econômico essencial no Brasil, especialmente em um momento de alta velocidade na economia do audiovisual. Ele observa que a imagem não é apenas um registro, mas um elemento crucial para marcas e celebridades que buscam relevância em um ecossistema que opera em tempo real.
A fragilidade da autoria na era digital é um dos pontos críticos levantados por Rìchele, que destaca como a falta de reconhecimento pode desvalorizar o trabalho do fotógrafo. Ele argumenta que a velocidade de circulação das imagens muitas vezes supera a importância de atribuir crédito, prejudicando tanto os criadores quanto a credibilidade de marcas e veículos de comunicação.
Rìchele conclui que a fotografia deve ser vista como uma linguagem estratégica que combina arte e negócios. À medida que a indústria evolui, os profissionais precisam não apenas entregar imagens, mas também pensar criticamente sobre narrativa e impacto, assegurando que sua autoria seja reconhecida e respeitada no mercado.


