Na manhã desta segunda-feira, 24, Jean Paul Prates, ex-senador e ex-presidente da Petrobras, formalizou sua saída do Partido dos Trabalhadores (PT) em uma carta entregue ao presidente da sigla, Edinho Silva, em Brasília. O político, que esteve filiado ao PT desde 2013, explicou que sua decisão foi motivada pela diminuição de espaço político dentro do partido, expressando gratidão pelas experiências adquiridas durante sua trajetória política.
Prates, que preside a Petrobras desde o início do governo Lula em 2023, foi demitido em 2024 após desentendimentos com o ministro de Minas e Energia. Em sua carta, ele mencionou que seguirá no campo progressista, sem especificar qual partido escolherá. Além disso, ressaltou sua atuação no Senado como líder da oposição durante o governo anterior, defendendo importantes questões como o patrimônio público e a transição energética.
O ex-petista também destacou projetos significativos que ajudou a implementar, como o Marco Legal das Ferrovias e iniciativas em energia renovável. Sua saída do PT e a busca por uma nova legenda refletem uma reconfiguração no cenário político brasileiro, especialmente em tempos de mudanças e desafios enfrentados pelo campo progressista.


