Luís Francisco Caselli, um lobista de 61 anos, foi executado na zona leste de São Paulo, com um aparelho rastreador encontrado em seu carro blindado. O crime ocorreu com as janelas do veículo abertas, permitindo a ação do criminoso. A Polícia Civil confirma que o rastreador, retirado após os disparos, foi um elemento crucial na investigação.
O Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) está encarregado da investigação e já iniciou a coleta de imagens de câmeras de segurança em residências próximas ao local do crime. A hipótese inicial sugere que a morte foi uma execução encomendada, especialmente pela presença do rastreador, que pode indicar um planejamento prévio por parte dos executores. Luís Francisco Caselli tinha um histórico criminal com pelo menos 20 passagens pela polícia, envolvendo crimes como estelionato e extorsão.
As implicações desse caso são significativas, não apenas para a segurança pública, mas também para a análise das práticas de lobismo no Brasil. A investigação em andamento pode revelar conexões mais amplas dentro de um cenário criminal complexo. A sociedade aguarda esclarecimentos sobre a motivação e os responsáveis por essa execução, que destaca a necessidade urgente de medidas para garantir a segurança de indivíduos envolvidos em atividades de lobby.


