Em 2 de novembro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o mundo precisa assumir um papel ativo na preservação da Amazônia, em vez de apenas exigir que o Brasil mantenha a floresta. Durante sua visita à Comunidade Jamaraquá, localizada na Floresta Nacional do Tapajós, ele ressaltou a importância de fornecer suporte econômico e educacional para as comunidades que vivem na região. A declaração ocorre na proximidade da Conferência do Clima da ONU (COP30), um evento que pode influenciar a percepção global sobre a Amazônia.
Lula argumentou que é essencial que o mundo não apenas reconheça a importância da Amazônia, mas também conheça e valorize as comunidades que habitam a área. Ele mencionou que a COP30 representa uma oportunidade para mostrar a rica cultura e a luta dos povos amazônidas, além de reforçar o compromisso do Brasil em zerar o desmatamento até 2030. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, também destacou a relevância da bioeconomia e do extrativismo como alternativas sustentáveis para a exploração dos recursos da floresta.
A mensagem do presidente coincide com um momento crítico para a política ambiental brasileira, onde o governo busca não apenas reduzir o desmatamento, mas também engajar a comunidade internacional em esforços de preservação. Lula e Marina Silva enfatizaram a necessidade de que outros países também tomem medidas significativas para diminuir suas emissões de carbono. A COP30 poderá ser um divisor de águas para a agenda ambiental do Brasil e para a cooperação internacional em questões climáticas.

