Em resposta ao assassinato do prefeito Carlos Manzo, o governo de Claudia Sheinbaum anunciou no dia 9 de novembro a ampliação da presença militar no estado de Michoacán, uma região marcada por intensa violência. Manzo foi assassinado durante um evento público em 1º de novembro, o que provocou protestos em várias cidades do país e elevou a preocupação com a segurança pública na região.
O chamado Plano Michoacán pela Paz e pela Justiça foi elaborado em conjunto com autoridades locais e enfatiza o reforço das forças armadas, com a inclusão de 1.980 novos militares. As ações terão como foco o combate ao narcotráfico e à extorsão, além de estratégias sociais que visam afastar jovens do crime, como bolsas de estudo e programas educacionais.
As medidas de segurança emergem em um contexto de crescente violência associada a grupos criminosos na região, como o Cartel Jalisco Nueva Generación, considerado uma organização terrorista pelos Estados Unidos. A resposta governamental busca não apenas restaurar a segurança, mas também promover a paz e a justiça social em Michoacán, um estado que enfrenta desafios significativos em sua luta contra o crime organizado.


