Em 15 de novembro de 2025, foi anunciada a proposta de aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) no Brasil, que deve influenciar significativamente o PIB e a inflação no ano de 2026. Economistas preveem um acréscimo de até 0,3 ponto percentual no crescimento econômico, além de um impacto de 0,2 ponto percentual no índice de preços ao consumidor. A medida é parte da estratégia do governo, que se prepara para o ano eleitoral e busca estimular a economia das famílias de classe média.
Estima-se que a mudança na legislação irá injetar entre R$ 28 bilhões e R$ 34 bilhões na economia, o que poderá ser utilizado tanto para consumo quanto para poupança. De acordo com especialistas, famílias que se beneficiarão da redução do IR tendem a destinar uma parte significativa da renda extra ao consumo, o que poderá aquecer o comércio e impulsionar o crescimento do PIB. No entanto, também existem preocupações sobre o efeito inflacionário, com projeções indicando que a inflação pode aumentar devido ao maior poder aquisitivo das famílias.
As implicações dessa política fiscal são amplas, especialmente em um ano eleitoral, quando as decisões de gastos e impostos podem ter um impacto significativo nas perspectivas econômicas. O Banco Central já começou a incorporar essas novas estimativas em suas deliberações sobre a política monetária, indicando uma vigilância sobre o comportamento da inflação. Com diferentes visões sobre o resultado da medida, o cenário econômico para 2026 se apresenta como um tema central de discussão entre economistas e analistas financeiros.


