O alto comissário da ONU para os direitos humanos fez um alerta sobre os perigos que a inteligência artificial generativa pode representar para os direitos fundamentais. Durante um evento em 24 de novembro de 2025, ele enfatizou que esses sistemas tecnológicos têm o potencial de criar situações em que os direitos humanos sejam violados de maneira significativa.
O comissário destacou que a rápida evolução da inteligência artificial pode levar a consequências indesejadas, exigindo uma abordagem proativa na regulamentação dessas tecnologias. A preocupação central é que, sem um controle adequado, os avanços na inteligência artificial possam resultar em uma erosão dos direitos e liberdades civis, colocando em risco a dignidade humana.
Essa advertência ressalta a urgência de um debate global sobre a governança da inteligência artificial, assim como a necessidade de estabelecer diretrizes que garantam a proteção dos direitos humanos. As declarações do alto comissário podem impulsionar a criação de políticas que assegurem que a tecnologia avance em harmonia com os princípios éticos e os direitos fundamentais.

