O Conselho de Segurança das Nações Unidas deu início nesta quinta-feira, 6, às negociações sobre um plano de paz para a Faixa de Gaza, elaborado pelo governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump. Este plano propõe a formação de um governo de transição composto por tecnocratas palestinos e o envio de 20 mil soldados estrangeiros para estabilizar a região. O apoio a essa proposta inclui países como Egito, Catar, Arábia Saudita e Turquia.
A minuta da resolução foi apresentada aos 15 membros do conselho na noite anterior, com a expectativa de que a votação ocorra rapidamente. A proposta não apenas busca restaurar a paz, mas também autoriza uma Força Internacional de Estabilização, que teria a autoridade para desarmar o Hamas e garantir a segurança nas fronteiras com Israel. A implementação do plano, no entanto, depende do apoio contínuo dos países envolvidos e da disposição do Hamas em aceitar o desarmamento.
Os desdobramentos desse projeto são incertos, dado o histórico complexo de conflitos na região. Embora a proposta tenha recebido elogios por sua ambição, a resposta do Hamas e a viabilidade da força internacional serão determinantes para o sucesso do plano. A comunidade internacional observa atentamente, pois a situação em Gaza continua a ser um ponto crítico nas relações do Oriente Médio.


