Um novo estudo investiga as razões pelas quais as zebras não são utilizadas como animais de montaria, ao contrário de cavalos e burros. Embora pertençam à mesma família, as zebras apresentam um temperamento muito mais sensível e reativo ao contato humano, dificultando a formação de vínculos que permitiriam sua domesticação.
Além do comportamento, as características físicas das zebras, como seu tamanho menor e crinas eretas, também contribuem para essa realidade. Estudos revelam que, enquanto cavalos e burros foram domesticados com sucesso, as zebras mantêm instintos de fuga mais acentuados, resultando em uma relação complicada com os humanos. Registros históricos mostram tentativas isoladas de domesticá-las, mas essas experiências foram, em sua maioria, frustradas.
Essas descobertas não apenas elucidam as dificuldades de domesticação das zebras, mas também ressaltam a importância de entender o comportamento animal na domesticação de espécies. A pesquisa também abre caminho para mais investigações sobre a interação humana com diferentes animais e as implicações dessas relações ao longo da história.


