Em 14 de novembro de 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria, tornar o deputado Eduardo Bolsonaro réu por coação em julgamentos relacionados a seu pai, Jair Bolsonaro. A votação contou com o apoio de ministros como Flávio Dino e Cristiano Zanin, que acompanharam o relator Alexandre de Moraes. A decisão foi recebida com celebrações entre políticos aliados ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Ministros e congressistas do governo expressaram satisfação nas redes sociais, ressaltando a relevância da decisão para o fortalecimento da democracia. Guilherme Boulos, ministro da Secretaria Geral da Presidência, e a deputada Erika Hilton foram algumas das vozes que se manifestaram, enfatizando as consequências das ações de Eduardo Bolsonaro, que tentava interferir no julgamento de seu pai nos Estados Unidos. Além disso, o deputado Lindbergh Farias destacou a importância dessa decisão judicial contra pressões internacionais.
As implicações desse julgamento podem ser significativas para o cenário político brasileiro, uma vez que Eduardo Bolsonaro é acusado de articular ações que visavam intimidar as autoridades responsáveis pelo processo contra Jair Bolsonaro. Essa situação acende o debate sobre a relação entre política e justiça no Brasil, com a possibilidade de novos desdobramentos legais e políticos. A decisão do STF pode também influenciar futuras articulações no Congresso Nacional e a percepção pública sobre a atual administração.

