Tom Brady causou alvoroço entre os fãs ao revelar que clonou o DNA de sua cadela, que morreu em 2023. Em entrevista, o ex-jogador de futebol americano explicou que utilizou sangue do animal para dar origem a um clone chamado Junie. O procedimento foi realizado pela empresa Viagen e custou cerca de US$ 50 mil, o que equivale a aproximadamente R$ 267 mil.
A clonagem, conforme descrito por Brady, não é uma ressuscitação do animal falecido, mas sim a criação de um gêmeo genético. Isso significa que, embora o clone possa ter semelhanças físicas com a cadela original, as personalidades e experiências serão diferentes. A coleta do DNA foi feita pouco antes da morte da cadela, permitindo a realização do procedimento com sucesso.
Este caso levanta diversas questões éticas sobre a clonagem de animais de estimação e o impacto emocional nos donos. Enquanto alguns veem isso como uma forma de manter a memória do animal vivo, outros questionam a natureza do vínculo entre humanos e seus pets. O acontecimento pode abrir portas para discussões mais amplas sobre clonagem e seus usos na sociedade contemporânea.


