Em 2021, Txai Suruí se destacou ao se tornar a primeira indígena brasileira a discursar na abertura da COP26, em Glasgow. Durante sua fala, a jovem enfatizou a urgência de proteger as florestas e a inclusão dos povos indígenas nas discussões sobre o clima, temas que continuam a ser relevantes na atualidade.
A participação de Suruí na conferência global trouxe à tona questões cruciais sobre a preservação ambiental e o papel dos povos originários na luta contra as mudanças climáticas. Sua relevância se estende além do evento, refletindo um movimento mais amplo entre jovens indígenas e quilombolas que buscam fortalecer suas vozes nas discussões ambientais e sociais.
Com a aproximação da COP30, a conexão entre essas comunidades e suas linguagens específicas torna-se cada vez mais essencial. A mobilização desses jovens pode influenciar as políticas climáticas futuras, destacando a necessidade de um diálogo inclusivo que reconheça e valorize o conhecimento tradicional em questões ambientais.

